segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Pastor evangélico foi morto a facadas, por suspeita de adultério no bairro do Maiobão

Réu confesso, Saulo Pereira Nunes esteve na noite desta segunda-feira (14), em sua residência juntamente com sua esposa, acompanhado de policias no bairro do Maiobão, e confirmou que matou o pastor Jackson da Silva Costa por ciúmes. Ele suspeitava que o pastor estava mantendo uma relação amorosa com sua esposa, e atraiu a vítima para sua residência e o matou a golpes de faca





A Polícia Civil prendeu Saulo Pereira Nunes, de 38 anos, na tarde desta segunda-feira (14) apontado nas investigações da Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP) como o assassino do pastor evangélico e técnico em informática Mackson da Silva Costa, de 37 anos. O corpo foi localizado na casa de Saulo. A vítima estava desaparecida desde a sexta-feira (11).

Segundo a polícia, Saulo Nunes confessou o crime. O corpo da vítima estava enterrado no quintal da casa de Saulo, no Maiobão, em Paço do Lumiar, Região Metropolitana de São Luís. A motivação do crime ainda está em investigação, mas segundo o superintendente de Homicídios e Proteção à Pessoa, o delegado Lúcio Rogério Reis, a princípio a causa seria passional. O acusado afirmou que matou a facadas o pastor por ciúmes, e que suspeitava que Mackson Costa estava mantendo uma relação amorosa com sua esposa.

O veículo de Mackson foi localizado, na manhã desse domingo (13), na Avenida 7, no Maiobão, perto da residência onde o corpo estava enterrado. O carro não tinha sinais aparentes de arrombamento e a carteira estava no carro com dinheiro.

Makson morava na Vila Palmeira, em São Luís, e trabalhava em uma empresa que presta serviço de assistência técnica em informática para Secretaria de Segurança Pública. Ele também dedicava seu tempo como pastor de uma igreja no bairro do João Paulo.

Ele desapareceu na sexta-feira (11) após sair do local de trabalho na Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA). Segundo a família, no dia do desaparecimento, ele trabalhou pela manhã e antes de ir almoçar em sua residência na Vila Palmeira, em São Luís, disse que ia a uma agência bancária no bairro João Paulo para fazer uma operação. A partir daí, não manteve mais contato com os parentes.

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