quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Núbia Feitosa apresenta oficialmente seus candidatos a deputado federal e estadual

Um grande ato político na noite desta terça-feira, 11, marcou a oficialização de apoio aos candidatos a deputado estadual Pará Figueiredo - 17.123, e deputado federal Gil Cutrim - 1234, organizado pela primeira dama e secretária de Planejamento e Articulação Governamental, Núbia Feitosa, que apresentou seus candidatos, e lembrou sua luta em defesa pelas mulheres. 

O encontro aconteceu no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Civil, que fica localizado no bairro Roseana Sarney, em Paço do Lumiar, além da presença em massa do povo, várias lideranças políticas locais estiveram presentes. Em seu discurso, Núbia Feitosa destacou a importância de ter criado uma proposta com os candidatos no tocante a luta na eficácia civilizatória das garantias de direitos fundamentais e individuais das mulheres e da pessoa. "Nós temos hoje, dois candidatos que não aceitam a humilhação, não aceitam os maus-tratos nem o feminicídio, todos são sabedores da luta que nós temos a cerca da defesa, dos direitos da vida da mulher e da pessoa, esta foi à motivação para trazer nossos amigos aqui, pois sei que assim que eleitos os candidatos irão garantir por lei, que o Maranhão tenha acesso ao botão do pânico para toda mulher", frisou Drª. Núbia. 

Pará Figueiredo de forma sucinta ratificou no tocante a proposta, e lembrou a importância das mulheres se sentirem seguras em seu ambiente familiar e social. "As mulheres tem que está protegida, não tem que viver em coação, sendo humilhada e ofendida, tanto no lar quanto no trabalho, como em qualquer outro lugar, as mulheres não merecem isso, e principalmente as mulheres de Paço do Lumiar", disse Figueiredo. 

Em discurso firme e consciente, Gil Cutrim agradeceu a confiança, e destaca a melhoria de políticas públicas para melhor qualidade de vida da pessoa humana, e afirmou seu compromisso. "Além do botão do Pânico, em resguardar a dignidade do direito da mulher, precisamos colocar paridade em exercício, a mulher tem que ter acento de igual forma o homem tem, a mulher tem que ser respeitada, o assédio a mulher, tem que ter uma lei muito mais específica que dêem a garantia a ela que se for assediada, sexualmente, ou moral, tenha seu direito preservado", pontuou Cutrim.

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