terça-feira, 7 de novembro de 2017

Polícia põe fim a boatos e descarta envolvimento de mãe no assassinato de Alanna Ludmila.

Polícia também investiga a possibilidade da participação de mais uma pessoa no crime

Por G1/ MA

Jaciane Borges não participou da morte da filha
A polícia descartou o envolvimento da mãe de Alanna Ludmilla, Jaciane Borges, do assassinato da menina. Segundo a delegada que investiga o caso, Viviane Azambuja, também ainda existe a investigação da possibilidade de mais uma pessoa ter participado do crime.

O que a gente já descartou foi a participação da mãe. Ela não teve participação alguma nesse crime. Ainda estamos investigando a participação de um terceiro ou não”, declarou a delegada.

A polícia ainda estuda a possibilidade de fazer uma reconstituição do crime. Contudo, para a delegada Viviane o forte esquema necessário poderia inviabilizar os trabalhos. “Não está definido data, mas se realmente acontecer nós vamos contar com um forte esquema de segurança", afirmou.

Ainda não há previsão para a entrega dos laudos periciais porque o local do crime foi alterado, o que dificultou o trabalho dos peritos. Só após o resultado do laudo a polícia terá mais certeza sobre tudo o que aconteceu. De acordo com o superintendente de perícia criminal do Instituto Médico Legal (IML) , Miguel Alves, existem procedimentos que precisam ser realizados para a conclusão dos laudos, o que faz com que o resultado demore um pouco.

Nós temos uma série de exames que estão sendo realizados a partir de amostras coletadas tanto no local do crime, quanto no cadáver. Cada amostra dessa requer um tempo diferenciado para exame. Então nós teremos o laudo emitidos em tempos diferentes. Acredito que até o final da semana já teremos uma série grande de laudos produzidos, mas estaremos dando continuidade a finalização e encaminhamento de outros laudos no decorrer do tempo”, afirmou.

O ex-padastro da criança, Robert Serejo, estava foragido até o dia 04 de novembro, quando foi preso depois de embarcar em uma van, na BR-135. Ele foi ao ser reconhecido por dois policiais militares que estavam por acaso no veículo . Jurandir Burgos, sargento da reserva, conta que Robert pediu parada na BR-135 e que logo foi reconhecido quando entrou no na van.

Quando ele adentrou eu pensei: 'é o cara que matou a menina!'. Aí eu comuniquei o César e disse para ele: 'César, o rapaz que matou a menina'. Ele me perguntou: 'Você tem certeza'. Eu respondi: 'absoluta'. Eu esperei ele sentar e pensei 'vamos abordar', mas César sugeriu abordar perto da barreira da Estiva", descreveu.

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