segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Oposição mente sobre taxa de iluminação em Paço do Lumiar.

Passados quase 10 meses, a oposição ainda não se conforma com as mudanças que o prefeito Domingos Dutra (PCdoB) está promovendo em Paço do Lumiar. A última mentira disseminada foi sobre a taxa de iluminação pública. A Câmara Municipal atualizou as faixas de consumo para consumidores residenciais e não-residenciais, defasadas desde 2003, e isentou 7.350 residências de pagar a taxa de iluminação, a partir de janeiro de 2018. 

Mas a oposição pagou até um outdoor para informar que houve aumento e para jogar a população contra a gestão e os vereadores. “Não houve aumento, e sim uma atualização de faixas de consumo, que desde 2003 eram as mesmas e estavam totalmente irreais. A nova lei também beneficiou milhares de famílias com a isenção da taxa de iluminação pública, o que nunca havia sido feito em Paço do Lumiar”, explicou o prefeito Domingos Dutra.

 A nova lei é justa e incentiva a economia de energia, ou seja, quem consome menos, paga menos, e quem consome mais, paga mais. Os valores arrecadados com a lei antiga não pagavam sequer a energia que a Cemar fornecia, que tinha de ser bancada com recursos próprios do município. Assim, a Câmara Municipal de Paço do Lumiar agiu com responsabilidade e em defesa da população ao aprovar a nova lei da iluminação pública. 

E o prefeito Dutra agradeceu a todos os vereadores e vereadoras pelo apoio ético e responsável. Mas as viúvas dos Arosos não se conformam. Torcem pelos caos no qual eles atolaram o município durante 30 anos de desgoverno e corrupção. A cada obra ou ação que o prefeito Dutra faz, a oligarquia se contorce em ciúmes e inveja, a exemplo da urbanização da Avenida 10; a transformação da frente do Maiobão; as ruas que começam a ser asfaltadas; o porto de Salinas; a creche da Avenida 13; a escola Moranguinho em Vassoural; a escola de tempo integral em Cotovelo; a melhoria de vias na Pindoba, Iguaíba, Presidente Vargas, Vila do Povo, Alto Paranã, Cafeteira e outras localidades. As viúvas dos Arosos vão morrer de inveja diante de outras obras que virão e, principalmente, pela revisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que torna o seu chefe inelegível pelo resto da vida.

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