quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Começa a disputa pela presidência da Câmara Municipal de Paço do Lumiar.

Os nomes de Wellington Sousa, Marinho do Paço e Leonardo Bruno disputam a presidência da Câmara Municipal
O jogo de bastidores é feito intensamente, pressente-se no ar um clima de inquietude ou de aparentes tranquilidades. Diante desta incógnita ou mistério, o jeito é se fazer algumas indagações. 

A disputa nos bastidores pela presidência da Câmara começa a ganhar os primeiros contornos, tratativas, conchavos e promessas mirabolantes farão parte do rito da campanha silenciosa que poucos saberão, principalmente o eleitor, alheio a tudo e a todos, completamente distante do que poderá acontecer até o dia da posse, ocasião em que é feita a eleição da Mesa Diretora.

Dos 17 futuros edis, eleitos e reeleitos, três almejam sair de candidato, isso se não houver nenhuma desistência no decorrer do percurso, que para alguns pode ser muito ingrime, já que existe um forte jogo de alianças que pode até comprometer durante dois anos, período do mandato, o presidente eleito em face dos compromissos assumidos. Já estão no campo atrás de conquistar os demais membros, os vereadores reeleitos, Leonardo Bruno (PPS), Wellington Sousa (PSB) e Marinho do Paço (PROS).

O vereador Marinho do Paço alimenta esse desejo desde a legislatura passada e vê no atual cenário político o momento certo para chegar a presidência. O edil tem as melhores condições já que seu grupo politico conta com 7 vereadores eleitos. O atual presidente da Casa Legislativa Leonardo Bruno (PPS) quer permanecer no comando da Casa, nada o impede de concorrer já que se trata de uma nova legislatura. Ele pode ter a seu favor as amizades que fez, mas pode ser também contrariado por já está há quatro anos no posto.

Em entrevista concedida a um blog local, Leonardo Bruno disse que mesmo enfrentando desgastes daqueles edis que tramaram sua queda, que tentaram lhe tirar da Presidência, conseguiu fazer uma administração transparente, sem imposição e bem democrática, relatou ainda que se orgulha de ter informatizado e organizado toda a estrutura administrativa da Câmara, tal organização teve como objetivo facilitar os trabalhos dos parlamentares.

Sem nenhuma vaidade. orgulho-me em saber que das 217 câmaras Municipais do Maranhão, a nossa foi reconhecida estatisticamente como a que mais produziu leis e proposições, todas direcionadas à melhoria da população, condição que me respalda a continuar à frente desse poder”. Comentou Leonardo.

Mantendo a qualidade de um bom parlamentar, com postura ética e competência no ato de gerir as coisas públicas, Leonardo Bruno, deixou claro durante sessão realizada nesta terça-feira (11), que não faz parte do seu projeto político atrapalhar a administração do novo Gestor Domingos Dutra, pois da mesma forma que contribuiu com a Gestão do Prefeito Josemar, o mesmo fará com o novo Prefeito, continuar colaborando para o crescimento de Paço do Lumiar.

Outro nome que começa a comer pelas beiradas é do vereador Wellington Sousa, de todos os concorrentes é o nome mais simpático para o prefeito eleito Domingos Dutra (PCdoB). Sousa vem se articulando por cima, com os deputados Birá do Pindaré (PSB) e o José Reinaldo (PSB) é poderá contar com o apoio do executivo. As articulações para emplacar o nome do socialista estão muito forte, e tudo indica que é a salvação de Dutra para garantir o controle da Câmara Municipal. 

A presidência da Câmara não só oferece o status e o controle interno da Casa, que passa a ser uma estratégia favorável ou contra quem está no controle do Executivo, mas garante o gerenciamento de um orçamento mensal de cerca de R$ 280 mil, dinheiro que é utilizado para as despesas com pessoal e a manutenção da estrutura da própria Casa. Segundo uma fonte conhecedora do assunto, se gasta mensalmente o limite de 70% com pessoal, com base na Lei Responsabilidade Fiscal, poderá ficar à disposição do presidente para custeio, como a aquisição de material de expediente, viagens dos parlamentares para congressos, assessoria e outros, cerca de 30% de todo total recebido.

Vamos aguardar o desenrolar dos fatos. para saber que espécie de negociação se estabelecerá para ter o poder legislativo decidido o modelo de gestão que deseja. 

Vamos saber quem quer dá continuidade ao padrão arcaico de fazer política, no toma lá da cá ou optar por uma gestão de poderes harmônicos, sintonizados com o Executivo, tendo seus espaços respeitado dentro de um patamar de compromissos públicos para o desenvolvimento do município, independente de bloco partidário ou de liderança política.

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