quarta-feira, 6 de julho de 2016

Desespero: Grupo politico de Gilberto Arôso espalha pesquisa falsa na tentativa de confundir a população.

Com a proximidade das convenções partidárias, o grupo do ex-prefeito Gilberto Arôso estão espalhando pesquisa falsa para tentar cooptar aliados e manter o grupo político unido

Falsas pesquisas de intenção de voto sem registro, vem circulando nas redes sociais em Paço do Lumiar e o grupo do ex-prefeito e condenado da Justiça Gilberto Arôso, que estava cumprindo pena no complexo penitenciário de Pedrinhas, estão utilizando dessas pratica desonesta para atrair a atenção dos eleitores. A dinâmica atual inclui em espalhar as supostas pesquisas em diversos grupos do Whatsapp e Facebook. A prática não chega a ser nenhuma novidade, mas o exagero e a defasagem nos números chega a ser tamanha que nem mesmo os eleitores mais distraídos confiam na credibilidade dos dados expostos. 

A pesquisa divulgada em um grupo político denominado "Bastidores da Politica", deixou claro o desespero do grupo de Gilberto Arôso. Os números expostos foram contestados por “gregos e troianos” e ao contrário do esperado serviu para dar ainda mais descrédito ao grupo do ex-presidiário. No estilo “VAI QUE COLA”, em uma tentativa desenfreada de enaltecer a figura de Gilberto, cooptar lideranças e manter o grupo unido. 

Enquanto as autoridades não coíbem esse tipo de prática, internautas, candidatos e cabo eleitorais ficam suscetíveis ao compartilhamento de informações falsas e tendenciosas, com o costume imediatista de querer prever o resultado das eleições, o problema é que divulgar uma pesquisa falsa sem que esta tenha sido registrada na Justiça Eleitoral passará a cometer um crime segundo a nova regulamentação do TSE. A regra passou a valer desde o dia 1º de janeiro, as empresas que fizerem pesquisas de opinião pública sobre as eleições municipais destinadas a conhecimento público serão obrigadas a registrá-las na Justiça Eleitoral. 

Crime 
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a divulgação de pesquisa fraudulenta é crime punível com detenção de seis meses a um ano e multa que varia entre R$ 53 mil a R$ 106 mil. 

Para divulgar o resultado de pesquisas sobre as eleições ou sobre possíveis candidatos, as empresas ou entidades são obrigadas a registrar cada pesquisa no Juízo Eleitoral ao qual compete fazer o registro dos candidatos, com os dados previstos em lei e nas resoluções expedidas pelo TSE. 

É importante que o eleitor verifique, no site da Justiça Eleitoral, se a pesquisa divulgada foi ou não registrada.


Nenhum comentário:

Postar um comentário