sábado, 21 de novembro de 2015

Eleições 2016: Procura-se um líder para guiar a oposição em Paço do Lumiar.

Escrevo estas mal tecladas linhas fortalecendo minha opinião política, ciente de que posso ser bastante criticado pelos grupos de oposição: tanto o dá “baixaria” e “debochados”. Mas emito essa avaliação por necessidade individual de sentir que, mesmo com uma oposição mais desnorteada e desarticulada do que nunca, a acirrada disputa no próximo ano promete. Digo isso em função das conversas que escutei nos últimos dias e observei como está aceso ainda o rancor e a fúria nos discursos de alguns atores políticos.

A Oposição em Paço do Lumiar continua sem um líder de verdade, e sem futuro. A população está de saco cheio de ouvir a mesma coisa todos os anos, isso já bateu no teto. Esse método de fazer política apenas atacando sem apresentar soluções para o problema não tem consistência nenhuma, não tem fundamento, é uma agressão à Constituição, é mais uma tentativa frustrada. 

Será que a oposição não pode virar a página, ela não faz outra coisa? Não discute a cidade, ela está fora de eixo, é a mesma música, com o mesmo tom e a mesma nota. Meu conselho para os opositores, saiam desse paradigma que vocês vivem a meio século atrás, discutem os problemas e os mecanismo de solução para o fortalecimento do município.

A política luminense não se renova, são os mesmos personagens sempre e o mesmo assunto. Já virou rotina os principais líderes da oposição se engalfinhando por conta de vaidades e projetos pessoais, os interesses dos opositores é apenas um, chegar ao poder de qualquer maneira. 

Confesso que a oposição atual não mete medo em ninguém, apenas nela mesma, uma vez que não enxergo, também na Câmara de Vereadores, um mínimo rastro de oposição respeitosa e propositiva: que aponte erros, mas de forma cirúrgica, sem niilismos e verborragias pequenas. Portanto, conclamo “ainda falta um líder para guiar a oposição”. Caso contrário, “seres de outro planeta”, na ânsia de tornarem-se protagonistas, poderão transformar o incipiente bloco oposicionista em nossa cidade, num eterno grupo movido por dores pessoais, como uma espécie de Hidra de Lerna que expele fogo da garganta, mas quase sempre acaba queimando a própria língua.

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