quinta-feira, 25 de junho de 2015

Vídeo: Velório de Cristiano Araújo mobiliza mais de 20 mil fãs e três batalhões da PM de Goiás.

Pai do cantor, questionou se Deus existe no momento que foi confirmada a morte de Cristiano Araújo.

O pai do cantor não conteve as lagrimas
O velório do cantor Cristiano Araújo, morto nesta quarta-feira (14) em um acidente de carro, está sendo acompanhado por uma legião de fãs, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia.

Três batalhões da Polícia Militar de Goiás foram mobilizados para fazer a segurança do velório.

Os fãs estão formando fila e entrando aos poucos no local para se despedir de Cristiano e da namorada, Allana Coelho.

Segundo informações do “Jornal Nacional” (Globo), o sertanejo Munhoz, da dupla com Mariano, já está no local. Zezé di Camargo afirmou que está a caminho. Outros cantores não puderam comparecer por que estão fazendo shows, mas pretendem ir ao enterro, que será nesta quinta-feira (25).

Indícios 

Todos os indícios encontrados no local do acidente que matou o cantor sertanejo Cristiano Araújo, 29, e sua namoradora, Allana Moraes, 19, na madrugada, apontam que os dois estavam sem o cinto de segurança no banco traseiro da Land Rover em que viajavam, avalia a Polícia Rodoviária Federal.

Acompanhado do empresário Victor Leonardo e do segurança Ronaldo Ribeiro, que dirigia o veículo, o casal voltava de um show em Itumbiara (a 200 km de Goiânia) quando o carro onde estavam saiu da pista na altura do km 614 da BR-153, entre as cidades de Goiatuba e Morrinhos, em Goiás, e capotou no canteiro central da rodovia por volta das 3h15.

O empresário e o segurança, que estavam na frente, tiveram apenas ferimentos leves.

Allana foi atirada para fora do veículo e seu corpo foi encontrado a cinco metros da Land Rover. Cristiano também estava no chão quando as equipes de atendimento chegaram, mas a PRF não sabe dizer se ele foi retirado do carro pelos amigos.

O que reforça a tese da PRF é o fato de que o veículo ficou danificado prioritariamente na parte da frente, onde estavam os sobreviventes. A parte traseira do veículo ficou preservada.

A PRF diz ainda que, pelos elementos encontrados, o veículo estava acima da velocidade permitida, de 110 km/h, e que, pelo horário (3h15), um possível cansaço do motorista pode ter causado o acidente.

A BR-153 tem faixa duplicada, separadas por um canteiro central. O carro em que os quatro viajavam não bateu em nenhum outro veículo, segundo a polícia.

Acompanhe a reportagem completa.

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