quinta-feira, 9 de abril de 2015

Prefeita Thalyta Laci declara guerra ao presidente da Câmara Municipal de Raposa.

Harmonia entre os poderes Executivo e Legislativo, gestos cordiais e sorrisos trocados entre a prefeita Thalyta Lacy (PC do B) e o presidente da Câmara de Vereadores, Eudes Barros (PRTB), já são traços do passado. O relacionamento agora entrou na lógica da famosa lei de talião – “olho por olho, dente por dente”.

Há alguns dias que a convivência entre Thalyta e Eudes vem sendo temperada por vinagre, fel e muito sal grosso. Na sexta-feira passada (26), durante a sessão da Câmara, o presidente do legislativo municipal cobrou da prefeita, o fim das desculpas e o posicionamento do executivo diante do caos que se encontra a administração.

De acordo com o presidente, o município passa por uma crise, por falta de gestão, e existem diversas reclamações dando conta da total desorganização nos serviços públicos da cidade. “A prefeita já completou um mês a frente do município e já contabilizou de acordo com o sistema de informações do Banco do Brasil, mais de R$ 3.401.525,79 em repasses via governo federal, sem contar as receitas própria, que foi bastante movimentada. Porém, a gestora afirma que não tem dinheiro nos cofres públicos para o pagamento dos fornecedores, e dos funcionários da prefeitura”, enfatizou o edil. 

Pra piorar, o clima entre a prefeita e o presidente da Câmara Municipal, em uma atitude clara de perseguição política, comenta - se pelas ruas da cidade que Thalyta Lacy e seu pai o ex – prefeito condenado a 5 anos de prisão (reveja), articulou junto ao governo do estado, e conseguiram a dispensa da função de gestora Escolar, a competente professora Rita de Cássia Carneiro Barros, esposa do presidente da Câmara.

O portaria de exoneração, da diretora e sua adjunta da escola CEM Prof º José França de Sousa, foi publicada no diário oficial, nesta segunda – feira dia 06. Pais e alunos ficaram revoltados, com a saída precoce da professora “Cassinha”, como é carinhosamente conhecida na cidade.

Veja a portaria 

A perseguição política é uma das formas mais covardes de se manipular e pressionar as pessoas. A atitude da prefeita e seu pai, apenas demostra o tipo de comportamento, de atitude, que certamente é atribuído às pessoas inseguras e fracas, causa espantado ao ver que existem pessoas tão ingênuas, especialmente as públicas, que se acham imbatíveis, super poderosas. Será que não param para refletir que tudo é passageiro? Que tudo passa? Inclusive o poder que se julga sobre os outros? 

A prefeita Thalyta Laci mostra mais uma vez, sua falta de preparo e acima de tudo habilidade política para lidar com ideais diferentes.

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