segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Sargento Prisca é assassinado no bairro J. Câmara, em São José de Ribamar.

Novamente a Polícia Militar está de luto. Mais um integrante da corporação é assassinado, tratasse do sargento José Ribamar Prisca da Silva, o Prisca, de 50 anos, do serviço de inteligência do 13º BPM, o militar foi executado em frente à sua residência.

O crime aconteceu no bairro J. Câmara, município de São José de Ribamar. De acordo com informações o sargento estava chegando na sua residência quando foi surpreendido por dois elementos que estavam em uma moto. Um deles disparou quatro vezes contra o militar, sendo que um tiro atingiu a cabeça da vitima.

O sargento ainda foi socorrido por populares, mas chegou sem vida ao Hospital. Com a morte, sobe para 16 o número de policiais assassinados em 2014, no Maranhão, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) e do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol-MA).

Um comentário:

  1. Há na PM muitos bons policiais que por serem profissionais comprometidos, dedicados à missão de proteger a sociedade, estão marcados para morrer. Os criminosos já estão com guerra decretada NÃO contra eles, mas CONTRA A SOCIEDADE que eles tão bem, e às duras penas protegem. Tá na hora, ou melhor, JÁ PASSOU DA HORA, de darmos um basta nisso. O Crime organizado tem seus tentáculos em todos os poderes. Não é possível que Magistrados, invocando a letra da lei assinem um INDULTO "presenteando" a sociedade maranhense com 219 BANDIDOS, egressos de Pedrinhas. São 219 DEMÔNIOS LIBERADOS PARA MATAR. Eles já saem com a agenda criminosa cheia de condenações. Até quando nossos juízes manterão seus olhos fechados para a sociedade? Os homens foram feitos para a Lei, ou a Lei foi feita os homens? MALDITA "JUSTIÇA"; "JUSTIÇA BANDIDA" essa, que invocando um instituto caduco; ridículo; absurdo, Procura justificar o injustificável. Juízes que não vivem no Brasil e nem no Maranhão; Juízes que parecem viver em outro planeta; talvez no Olimpo como alguns deles demonstram acreditar. Nos Estados Unidos, o povo começa a dar sua resposta às decisões judiciais divorciadas da dimensão social. Aqui no Brasil, pátria do grande jurisconsulto Miguel Reale, a Justiça ainda não conseguiu traduzir as preciosas lições da Teoria Tridimensional do Direito por ele desenvolvida. Os Magistrados ainda decidem com os olhos fitos na letra da lei e os ouvidos moucos para os fatos sociais.

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