quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Caso do estudante executado por um ex - policial em plena a praça do Viva Maiobão ainda continua sem solução.

Quatro anos sem Tárcio Kaique Pereira Pires, muita dor, sofrimento e revolta por parte de familiares e amigos que clamam por JUSTIÇA.

Estudante Kaik.
Ontem completou quatro anos da morte do estudante de Paço do Lumiar, Tárcio Kaique Pereira Pires, de 18 anos. Um crime covarde, praticado por um policial militar na época, em plena a praça pública do Viva Maiobão, que chocou a população luminense e causou muita revolta. 

A sociedade luminense aguarda até hoje, resposta sobre a data do julgamento do ex – Policial Militar Sandro Morett Furtado de Oliveira, expulso da corporação, pelo crime que cometeu contra o estudante. 

Segundo o pai do estudante, o vendedor Ivaldo Magno Pires, 46 anos, o assassinato aconteceu na praça do Viva Maiobão. Ele disse que o ex- PM Sandro teria passado com o carro – um Fiesta de cor preta e placa JHC-0403 –, por cima do pé de Tárcio Kaique, além de tê-lo atingindo também com o retrovisor. 

“Meu filho nunca foi de confusão, mas ficou revoltado com a atitude do policial, que estava à paisana e não parou nem mesmo para saber se o Tárcio havia se machucado. O meu filho esbravejou e eles se desentenderam. Foi então que o policial retornou ao seu veículo, pegou pegar sua arma e deflagrou três tiros contra o Tárcio. Dois deles falharam e apenas um o atingiu no tronco, de lado. A bala perfurou o intestino, o que fez com que meu filho ficasse 12 dias na UTI do Socorrão 2, mas ele não resistiu”. 

A irmã da vítima e também vendedora Talita Pereira Pires, 24, contou que o processo investigatório foi lento e cheio de falhas, uma vez que a família nunca tinha informações sobre o andamento do processo. Ela ressaltou que foi a família, e não a polícia, responsável pela identificação do acusado e do carro que ele utilizava no momento do crime. 

“No dia do assassinato, o ex- PM estava na companhia do cunhado – Paulo Salomão, que estudou comigo. Ambos residiam aqui em Paço. Depois, fomos atrás da placa do carro e descobrimos que ele pertencia à professora Eliane Bernadete Tonello, de Brasília, que teve o veículo roubado no estacionamento de uma faculdade particular da capital, em meados de junho do ano passado. O assassino disse ao delegado Arlindo Assunção, responsável pelo inquérito, que comprou o carro de outro PM, e que não sabia da procedência dele”, disse Talita. 


A mãe do estudante assassinado, Vania Fernandes desabafou ontem, 09, em sua pagina no Facebook, ao lembrar que mais um ano se passou e a Justiça ainda continua calada diante de um crime covarde. 




A sociedade espera mais agilidade de nossa Justiça, e aguarda por mudanças urgentes em nossas leis, para que haja, pelo menos um pouco de paz, a quem perde um ente querido. Três anos se passaram, e o assassino do estudante se encontra solto em nossa sociedade, podendo assim cometer novos crimes.

2 comentários:

  1. E agora cadê a Justiça? Policia matar um jovem em plena praça pública e todo mundo calado. Isso sim é uma palhaçada, essa Justiça só funciona pra quem tem dinheiro.

    ResponderExcluir
  2. Vdd concordo, quando alguém mexe com um deles querem fazer e aconteçer , esses nojentos , imundos mataram meu sobrinho sem nem ter certeza de nd..wueri que bandido matem de um por um..esses vermes..Nôjo

    ResponderExcluir