quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Roseana Sarney deixa Bita do Barão de lado e ora com Pastores Evangelicos pela crise na segurança pública no MA.

Em meio à crise, ore. Ao que parece, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, levou em, conta o conselho bíblico e permitiu que pastores fizessem um momento de intercessão na Sede do governo maranhense.
 
O estado do Maranhão passa por momentos delicados, principalmente na área da Segurança Pública, como se vê todos os dias nos noticiários.

E em meio a esse caos tomados que se instalou neste território tão sofrido do Brasil, o pré-candidato a deputado Estadual, Pr. Jose Alves Cavalcante (PSC), presidente das assembleias de Deus em Açailândia e da COMADESMA no Sul do Maranhão, juntamente com o pastor Everaldo, vice-presidente do PSC, acompanhados de outros ministros do Evangelho estiveram na Sede do poder executivo do Maranhão (Palácio dos Leões) e oraram pela governadora e pelo estado do Maranhão, considerado um dos mais pobres do Brasil.

A oração realizada teve como um dos principais propósitos o pedido de paz. O momento de oração aconteceu durante visita de cortesia do presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo ao Palácio dos Leões, em São Luís.

Criticas e Elogios

O acontecimento recebeu elogios e também críticas por parte de alguns observadores. O pastor Cavalcante foi criticado por alguns internautas que viram na situação pretensões políticas do presidente da COMADESMA. Entretanto, o advogado, Pr. Silvio Vieira, assessor jurídico da Assembleia de Deus, em Açailândia, defendendo-o, informou que o Pr. Cavalcante exerce atividades religiosas para o Estado, na condição de Capelão da Policia Militar.

CRISE

O caos atual do estado já ganhou até mesmo as manchetes internacionais devido à sua extrema delicadeza. Só em 2013, os conflitos resultaram nas mortes de 60 detentos. Mas a crise ganhou as manchetes do resto do país em outubro, quando uma rebelião no local deixou nove mortos no complexo prisional de Pedrinhas.

O conflito se intensificou gerando novo motim em novembro, quando três detentos foram decapitados. A escalada da violência fez o CNJ – que já vinha pressionando o Estado a fazer mudanças no sistema prisional – a elaborar um relatório em dezembro.
O documento concluía que as unidades do complexo “estão superlotadas e já não há mais condições de manter a integridade física dos presos, seus familiares e de quem mais frequente os presídios de Pedrinhas”.

Ao mesmo tempo, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) recomendou medidas ao Brasil, entre elas garantir a segurança em Pedrinhas, reduzir a superlotação prisional e investigar os assassinatos.

Os presídios de São Luís foram então ocupados no fim do ano passado por homens da Força Nacional e do Batalhão de Choque da PM.
Tal decisão teria irritado líderes de facções, que teriam sido flagrados em escutas telefônicas ordenando ataques a ônibus, policiais e bombeiros nas ruas da capital como retaliação.

Uma menina de seis anos de idade sofreu queimaduras por todo o corpo e morreu, quando um dos coletivos foi incendiado. Quatro pessoas ficaram feridas. Uma base e um carro da polícia foram alvo de tiros.

Semana atrás, o governo federal ofereceu 25 vagas em presídios federais para transferências de líderes de facções. A Anistia Internacional divulgou nota demonstrando preocupação com a situação em Pedrinhas e recomendando ao Brasil que implemente as medidas sugeridas pela OEA.

Fonte: JM Notícia

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