terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O gene da cara de pau de José Sarney ao afirmar "EU AMO O MARANHÃO".

Meio século no poder e o Maranhão em desgraça.
Isso não tem nada a ver com ciência, mas não consigo deixar de expressar minha indignação. O mau - caratismo e a falta de vergonha na cara do presidente do senado, José Sarney em publicar na sua coluna "EU AMO O MARANHÃO" é simplesmente impressionante! Alguém precisa fazer um estudo genético com esse cidadão para saber de onde é que ele tira tanta cara de pau.

Convencido de que os maranhenses têm memória curta e “gentileza” infinita, o líder do clã que comanda junto com a sua família o estado a meio século, profere absurdos sem pensar nas reações.
 
Mesmo diante de provas concretas da inoperância de sua filha, a frente do governo do estado. O senador mente na cara dura: talvez sob a certeza de que num estado onde a educação não é levada a serio, as palavras valham mais do que ações.  

Dizem que os artistas se utilizam da linguagem poética para retratar a realidade, mas José Sarney, ao contrário, a usa para deturpar e manipular a realidade. Imagine querer comparar o amor de Gonçalves Dias tinha pelo Maranhão com o seu, que é apenas eleitoral partidário.
 
Pelo que eu sei, Gonçalves Dias se afastou do Maranhão para estudos no qual sempre manteve ligação afetiva com o seu estado, inclusive ao escrever seu famoso poema “Canção do Exílio”, onde expressa o sentimento da solidão e do exílio. Já o presidente do Senado Jose Sarney, embora expresse muito amor pelo Maranhão, foi durante cinco anos presidente da república e ao invés de atrair investimentos para o estado que diz tanto amar, desviou vários empreendimentos e investimentos, e os negociou com outros estados, em troca de mais um ano na presidência da república.
 
Depois ao invés de trabalhar pelo seu estado, transferiu seu título eleitoral para o amapá e lá presta seus “relevantes” serviços, vindo ao Maranhão somente em momentos de crises como o que ocorre agora, usando seu poder para constranger os outros poderes constituídos, a exemplo do que ocorreu com o arquivamento do pedido de afastamento da governadora, em prol da manutenção do poder de sua família. Portanto, poeta por poeta fico com a veia poética e realística de Juca Kfouri se referindo a família Sarney “maldito o ventre que José Sarney fecundou para trazer tanta desgraça ao povo brasileiro”

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